Os Cuidados com os Deficientes na Pandemia

Neste post falaremos sobre a pandemia e os cuidados com os deficientes, pois, apesar de estarmos vivendo esse momento por meses, é sempre bom relembrar que a atenção com a saúde ainda deve continuar e de maneira redobrada.

O ano de 2020 certamente vai deixar marcada a vida de cada um de nós. Foi um ano difícil! Muitas pessoas perderam amigos e familiares e essa perda é, sem dúvidas, irreparável. Muitos empresários não conseguiram manter suas empresas em funcionamento e decretaram falência. Milhares de pessoas ficaram sem emprego devido à pandemia causada pelo Covid-19.

 Mas também foi um ano de muitos aprendizados! Aprendemos a lidar com emoções que até então não dávamos tanta importância. Ansiedade, depressão, solidão, angústia passaram a fazer parte da realidade de muita gente de maneira ainda mais forte. Aprender a lidar com esses sentimentos foi um desafio. Superamos e aprendemos!

Aprendemos também novas profissões. Papais e mamães viraram professores do dia pra noite. Alunos aprenderam a estudar somente através da tela do computador. Ficar em casa e curtir mais a família, aproveitar mais o tempo para colocar em dia aquelas pendências que “nunca tínhamos tempo”. Tudo foi diferente.

Compras? Pela internet. Estudar? Pela internet. Assistir ao filme? Pela internet. Tivemos também uma boa aliada.

Entre perdas e aprendizados, não podemos esquecer o cuidado que devemos ter com nossa saúde e, principalmente, com a saúde daquelas pessoas que são mais debilitadas.



A vacina está chegando

Em um ano totalmente atípico, muitos pesquisadores se dedicaram para estudar e conhecer essa doença que paralisou o mundo. Apesar dos esforços, o Corona vírus ainda é desconhecido e sua mutações ainda deixam intrigam os cientistas.

A boa notícia é que já descobriram a fórmula para a vacina, que começou a ser aplicada em diversos países.

No Brasil, o Estado de São Paulo já comprou doses da As pessoas com deficiência precisam fazer o acompanhamento médico e perguntar sobre a possibilidade de tomar a vacina, tendo em vista seu estado de saúde. Somente o médico será capaz de afirmar e indicar se deve tomar a vacina ou não.

Lembrando que a vacina chegou, mas foi desenvolvida em caráter emergencial. Muitas informações sobre o Covid-19 precisam ser desvendadas, inclusive a sobre a segunda contaminação que muitas pessoas já tiveram a doença.

A vacina vem para tentar solucionar o problema e erradicar o Corona vírus, mas os questionamentos podem ser feitos por quaisquer pessoas. Será que ela de fato vai acabar com a pandemia? Será que após a vacinação as pessoas estarão realmente imunizadas? 

Por isso reiteramos, procure seu médico. Ele será capaz de te passar as corretas orientações.



As recomendações para não ser contaminado pelo Covid-19

Desde que a doença começou a se espalhar rapidamente na China em dezembro de 2019, chegando ao ápice no país chinês em janeiro de 2020, as autoridades médicas fizeram as recomendações.

No Brasil, os primeiros casos da doença foram registrados também no início de 2020, mas foi em março que as ocorrências aumentaram, forçando as autoridades competentes a tomar providências.

As notícias falando sobre os casos somaram-se aos aconselhamentos de prevenção. São eles:

      • Lavar as mãos – não é de hoje e nem por causa da pandemia que os médicos orientam sobre a importância de manter os hábitos de higiene em dia. Lavar as mãos evita a propagação dos vírus, pois geralmente são elas que usamos para manipular os objetos. Caso sua mão esteja infectada com o vírus, você poderá passá-los a outras pessoas sem saber. Por isso lembre-se sempre: lave as mãos com frequência.

        • Álcool 70° – estudos mostraram que a utilização do álcool 70° tem eficiência no combate ao Corona vírus. Se não tiver a possibilidade de lavrar as mãos, pelo menos carregue consigo um vidro contendo o álcool para usar no transporte, no trabalho, no hotel ou em qualquer outro lugar.

          • Use máscara – e use da maneira correta, tampando a boca e o nariz. Ela não tem eficiência se deixar o nariz de fora, por exemplo, pois estará sujeito à infecção de qualquer forma. Outro detalhe importante e que muitas pessoas têm deixado passar: troque de máscara ao longo do dia. Leve pelo menos duas máscaras para o trabalho.

            • Aglomeração – fique em casa. Por você e pelas pessoas que você ama! Essa frase já se tornou meio clichê, não é mesmo? Mas é a pura verdade. Evite locais onde estejam reunidas muitas pessoas. Por mais que sejam conhecidas, cada uma tem hábitos diferentes. O risco pode estar próximo. Festas, viagens e até mesmo reuniões familiares devem ser evitadas.

              • Sintomas gripais – a primeira providência é procurar seu médico. Pode ser presencialmente, ou se ele atender pela internet, opte por essa possibilidade. Todo cuidado tem que ser tomado para evitar mais transmissões do vírus.


            Os cuidados com as pessoas com deficiência

            De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (Lei n° 13.146, de 06 de julho de 2015), a Pessoa com Deficiência é considerada vulnerável em situações de risco, emergência ou estado de calamidade pública.

            Os governantes devem adotar medidas para proteção e segurança dessas pessoas e em relação ao Covid-19, essa ideia fica ainda mais evidente.

            Os acompanhamentos médicos regulares não podem ser deixados de lado e por mais que peça para evitar sair de casa e ter contato com outras pessoas, os cuidados com a saúde são prioridade.

            No início do ano, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou uma cartilha contendo informações importantes para os cuidados com os deficientes na pandemia.

            Pessoas com deficiência no quadro neurológico, por exemplo, devem ter mais cuidado. Alguns sintomas podem aparecer associados à perda de memória ou confusão mental, fadiga repentina e ainda piora geral no quadro de saúde.

            Os deficientes visuais também devem ter atenção redobrada, pois como o tato é um aliado para se guiar e encontrar as coisas desejadas, as mãos ficam mais expostas. Consequentemente, o risco de contágio pode ser tornar maior, porque as mãos podem ser levadas ao rosto, à boca aumentando perigo ao contágio.

            As pessoas que cuidam de PcD’s também precisam ter o cuidado e zelo consigo para não contaminar seus pacientes. Não é demais frisar que todo o cuidado deve ser tomado e qualquer descuido, pode ser um alvo para a contaminação.

            É importante ressaltar que além dos deficientes e seus cuidadores, os idosos e pessoas recém-operadas também estão na lista de pessoas mais vulneráveis e suscetíveis à contaminação.

            Tomando as devidas precauções e seguindo à risca as recomendações das autoridades de saúde, seja do Brasil ou Internacional, o risco torna-se bem menor.

            Que em 2021 possamos voltar com o nosso jeitinho brasileiro de ser: a voltar a dar abraços calorosos nas pessoas queridas, voltar com encontros presenciais e com mais frequência, que nossos gestos sejam afetuosos. E claro, que tenhamos muita saúde para criar e contar novas histórias!


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